05 junho 2006

Começa o reconhecimento?

E-mail recebido dos companheiros da AMABI - Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Independência:

Prezados companheiros,

Por solicitação do Presidente Marcelo, a AMABI está pedindo a todos o comparecimento à solenidade cujo convite é reproduzido abaixo. Mais, que convidem os amigos a prestigiarem o evento que vem ao encontro do que sempre pensamos: o cidadão tem que valorizar e defender o patrimônio histórico, cultural e ambiental desta cidade, que a todos pertence.
Obrigado pela atenção.
Reinaldo Pirajá Lameira

CONVITE
A Prefeitura Municipal de Porto Alegre, por intermédio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, e o Comitê Gestor de Educação Ambiental, têm a honra de convidar Vossa Senhoria para a cerimônia de abertura da 22ª Semana do Meio Ambiente e assinatura do Decreto que institui a Rua Gonçalo de Carvalho como patrimônio histórico, cultural e ambiental, a realizar-se às 14 horas do dia 05 de junho, no John Bull Pub - Shopping Total - Av. Cristóvão Colombo, 545


Contamos com sua participação!

* confirme sua presença através do e-mail eventos@smam.prefpoa.com.br

01 junho 2006

Ainda sobre o terreno da CORLAC

Lendo a coluna do Fernando Albrecht, no Jornal do Comércio do dia 11 de maio, cabe uma pergunta: o Leiteiro Anônimo terá mais força que as árvores da Gonçalo de Carvalho?

Monumento ao Leiteiro

Novela interessante é a da antiga Corlac, na Carlos Von Koseritz, que serviria para abrigar o Teatro da Ospa, por exemplo, o que já foi especulado várias vezes. O Estado ainda não consegue dispor da área porque ela está penhorada e, pior, alguém da administração passada teve a luminosa grande idéia de tombar o prédio. Vai ver, alguém quis fazer por lá algum Monumento ao Leiteiro Anônimo.

Publicado na coluna de Fernando Albrecht, Jornal do Comércio.

OSPA na antiga CORLAC?

Nova Ospa
Pelo que se comenta em alguns círculos, estaria aprovada a idéia de se construir o novo Teatro da Ospa nas dependências da antiga Corlac, na Carlos Von Koseritz. O local é amplo. E a vantagem é que não precisa desapropriar. A área já pertence ao Estado.

Publicado na coluna de Fernando Albrecht (Jornal do Comércio)


Para relembrar o caso, acesse a página do Ministério Público do Rio Grande do Sul.