Reduza o consumo de papel
Movimentos ambientalistas denunciam que a região sul do Rio Grande está sob séria ameaça de transformar-se num imenso "deserto verde" com maciça plantação de eucaliptos.
Mas afinal o que significa um "deserto verde"?
Significa transformar grandes propriedades especializadas no cultivo de um único produto, muita mecanização (logo pouquíssima mão-de-obra), uso intenso de agrotóxicos e sementes trangênicas.
O plantio de eucalipto para as indústrias de celulose e papel está sendo apregoado como a salvação da economia do sul do estado, mas omite-se o mal que está sendo escondido da opinião pública.
Pouco se fala, na grande mídia, dos problemas ambientais e sociais que as fazendas de reflorestamento causam. O reflorestamento oferece pouca oferta de empregos e causa perda na biodiversidade da região.
O eucalipto danifica o solo definitivamente, depois de plantado suas raizes penetram nos lençõis freáticos prejudicando o abastecimento de água da região de maneira significativa, pois cada pé de eucalipto consome cerca de 30 litros de água ao dia. Córregos, riachos, arroios e outros mananciais da região poderão secar e a falta d'água não afetará apenas as populações e animais da região, ela impedirá a produção de qualquer tipo de alimento! E com o assoreamento dos rios, causados pela seca dos córregos, isso afetará a produtividade de outras regiões além das plantadas com eucaliptos.
Como o eucalipto é uma planta australiana, não é nativa da América do Sul, causa redução na biodiversidade da nossa flora e fauna. As indústrias de papel também ficam vulneráveis a acidentes ambientais graves, como ocorreu na Fábrica Cataguazes de Papel, em Cataguazes (MG). O rompimento de uma lagoa de tratamento de efluentes provocou o derramamento de cerca de 1,2 bilhão de litros de resíduos tóxicos no Córrego Cágados, que logo chegaram aos rios Pomba e Paraíba do Sul. A contaminação atingiu oito municípios e deixou cerca de 600 mil habitantes sem água. Com a morte dos peixes, pescadores e populações ribeirinhas ficaram sem seu principal meio de subsistência.
Mas os defensores dessa atividade econômica dizem que é "uma grande oportunidade" pois o mundo quer mais papel.
O que as pessoas comuns podem fazer, afora protestar e exigir que sejam ouvidos?
Acreditamos que também devem consumir menos papel.
Consumimos muito e desnecessariamente, consumindo menos poderemos fazer com que o "mercado" não seja tão ávido por celulose e papel, como dizem as papeleiras.
E não esqueçam: uma monocultura de árvores exóticas nunca será uma floresta, mas estimulará a derubada das florestas nativas!
Vídeo em espanhol que trata dos problemas causados pelo consumo excessivo de papel.
Do Movimiento Mundial por los Bosques Tropicales.
Vale a pena ser visto!
Montañas de papel, montañas de injusticia from WRM on Vimeo.
Primeira rua declarada Patrimônio Ambiental de Porto Alegre
04 agosto 2008
31 julho 2008
Audiência Pública - 6 de agosto
No próximo dia 6 de agosto ocorrerá uma Audiência Pública para debater o Projeto Pontal do Estaleiro. Será na Câmara de Vereadores de Porto Alegre às 19h.
Como diz a Sandra Jussara, da AGAPAN, no email que enviou:
Como diz a Sandra Jussara, da AGAPAN, no email que enviou:
A aprovação deste projeto, assim como está posto, dará início a privatização do orla do Lago Guaíba!VAMOS DEIXAR QUE ISTO ACONTEÇA?Nossa participação é de suma importância neste evento!Um fraterno e comunitário abraço,Sandra.
Anote:
Dia 6 de agosto, quarta-feira, 19h.
Local: Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal (Av. Loureiro da Silva, nº 255, 2º andar).
Leia aqui, as discordâncias de entidades ambientalistas e de moradores a respeito do projeto:
Arquiteto lamenta proposta para o Pontal do Estaleiro
Atualizado em 6 de agosto:
Dia 6 de agosto, quarta-feira, 19h.
Local: Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal (Av. Loureiro da Silva, nº 255, 2º andar).
Leia aqui, as discordâncias de entidades ambientalistas e de moradores a respeito do projeto:Arquiteto lamenta proposta para o Pontal do Estaleiro
Atualizado em 6 de agosto:
Leia mais sobre esses assuntos aqui:
25 julho 2008
Debate em praça pública
Matéria do jornal JÁ:
O parque Farroupilha virou Ágora* grega no sábado, 19 de julho. Um grupo de 22 pessoas se reuniu para debater os rumos da política brasileira e fazer um gesto de repúdio à atuação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal de Justiça, que permitiu a soltura do banqueiro Daniel Dantas, investigado pela Polícia Federal por formação de quadrilha e desvio de dinheiro público.
A pequena adesão ao movimento não assustou os integrantes. “Prefiro ser parte dessa minoria, a da maioria que assiste calada”, pontua Cesar Cardia, integrante do movimento Amigos da Gonçalo de Carvalho.
Lideranças comunitárias dos bairros Moinhos de Vento e Independência também estiveram no local e prometem dar continuidade ao movimento. Um abaixo assinado virtual, (http://www.petitiononline.com/w267x65/petition.html), lançado junto com a idéia dos protestos nos finais de semana já conta com quase 12 mil participantes.
* Ágora era a praça principal na constituição da pólis, a cidade grega da Antigüidade clássica.
Normalmente era um espaço livre de edificações, configurada pela presença de mercados e feiras livres em seus limites, assim como por edifícios de caráter público. Enquanto elemento de constituição do espaço urbano, a ágora manifesta-se como a expressão máxima da esfera pública na urbanística grega, sendo o espaço público por excelência. É nela que o cidadão grego convive com o outro, onde ocorrem as discussões políticas e os tribunais populares: é, portanto, o espaço da cidadania. Por este motivo, a ágora (juntamente da pnyx, o espaço de realização das assembléias) era considerada um símbolo da democracia direta, e, em especial, da democracia ateniense, na qual todos os cidadãos tinham igual voz e direito a voto. A de Atenas, por este motivo, também é a mais conhecida de todas as ágoras nas polis da antiguidade.
Fonte:Wikipédia
Mais fotos do debate aqui: FORA MENDES 19/07/2008
O parque Farroupilha virou Ágora* grega no sábado, 19 de julho. Um grupo de 22 pessoas se reuniu para debater os rumos da política brasileira e fazer um gesto de repúdio à atuação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal de Justiça, que permitiu a soltura do banqueiro Daniel Dantas, investigado pela Polícia Federal por formação de quadrilha e desvio de dinheiro público.
A pequena adesão ao movimento não assustou os integrantes. “Prefiro ser parte dessa minoria, a da maioria que assiste calada”, pontua Cesar Cardia, integrante do movimento Amigos da Gonçalo de Carvalho.
Lideranças comunitárias dos bairros Moinhos de Vento e Independência também estiveram no local e prometem dar continuidade ao movimento. Um abaixo assinado virtual, (http://www.petitiononline.com/w267x65/petition.html), lançado junto com a idéia dos protestos nos finais de semana já conta com quase 12 mil participantes.
(Texto e foto: Naira Hofmeister/JÁ)
* Ágora era a praça principal na constituição da pólis, a cidade grega da Antigüidade clássica.
Normalmente era um espaço livre de edificações, configurada pela presença de mercados e feiras livres em seus limites, assim como por edifícios de caráter público. Enquanto elemento de constituição do espaço urbano, a ágora manifesta-se como a expressão máxima da esfera pública na urbanística grega, sendo o espaço público por excelência. É nela que o cidadão grego convive com o outro, onde ocorrem as discussões políticas e os tribunais populares: é, portanto, o espaço da cidadania. Por este motivo, a ágora (juntamente da pnyx, o espaço de realização das assembléias) era considerada um símbolo da democracia direta, e, em especial, da democracia ateniense, na qual todos os cidadãos tinham igual voz e direito a voto. A de Atenas, por este motivo, também é a mais conhecida de todas as ágoras nas polis da antiguidade.
Fonte:Wikipédia
Mais fotos do debate aqui: FORA MENDES 19/07/2008
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