02 fevereiro 2008

Estacionamento x Árvores

(Cartoon recebido por e-mail, desconhecemos o nome do autor)

Novamente as árvores atrapalhando o progresso...
Ao menos, na mentalidade dos defensores da "modernização" da Sede Moinhos de Vento do Grêmio Náutico União, em Porto Alegre.

Comentava-se, faz algum tempo, que o União iria fazer obras que visavam oferecer mais vagas de estacionamento aos associados. Para isso projetou-se construir um grande platô de concreto, com dois andares de estacionamento e na parte superior duas piscinas, com "floreiras móveis"(?).
Pretendem construir no local onde existem frondosas árvores que fazem parte da paisagem do clube e da cidade.


Parece que para muita gente, "modernizar" significa cortar árvores, substituir área verde por concreto armado.
Será que realmente acreditam que essas árvores que aparecem na foto, valem apenas 300 vagas de estacionamento, duas piscinas e algumas "floreiras móveis"?

(Panfleto do Moinhos Vive, com uma excelente charge de Iotti)

Leia mais no Blog do Movimento Porto Alegre Vive:
Audiência Pública da SMAM sobre o projeto do Grêmio Náutico União

26 janeiro 2008

A inocente alegria das crianças

Vila Chocolatão, no centro de Porto Alegre, dia 22 de janeiro de 2008.


No meio de tanta sujeira, miséria e descaso de nossas autoridades, existe uma inocente alegria.


Até quando?


Clique aqui!Colocado no Blog, no dia 7 de maio de 2007:

Cerca de 700 pessoas de uma comunidade de catadores de lixo são vizinhos da Câmara Municipal de Porto Alegre, em terrenos ocupados irregularmente do Centro Administrativo Federal. A área denominada Vila Chocolatão é cercada de prédios públicos e está localizada em pleno centro da capital gaúcha. Nesse local, as famílias vivem sob condições de vida precária e insalubre. Além disso, o lugar é considerado uma das mais violentos da cidade. No aglomerado de casebres, os moradores convivem com lixo espalhado, assaltantes e traficantes de drogas.
Há muito tempo espera-se uma solução para essas pessoas que vivem da coleta de papel, no centro da cidade. A prefeitura pretende reassentar a vila em um terreno cedido pela união, no bairro Humaitá. Mas fica a pergunta: Eles não irão retornar? Se vivem da coleta no centro da cidade, como poderão, indo residir em local tão distante, continuar com seu trabalho?

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